sábado, 30 de abril de 2011

Os Animes mais famosos do Brasil !

1. Cavaleiros do Zodiaco: O primeiro anime a fazer um sucesso ENORME. Goste ou não goste, a importância dele na história do anime no Brasil e entre os otakus brasileiros é inquestionável.


2. Sailor Moon: o primeiro shoujo anime a fazer sucesso no Brasil. Graças a ele vieram depois guerreiras mágicas de Rayearth no SBT. Foi o primeiro anime direcionado ao público feminino (embora tivesse vários fãs homens).

3. Pokémon: Depois de Cavaleiros, veio Yu Yu Hakusho, e depois, a Manchete, grande provedora de animes, faliu. Consequência: marasmo total. Isso até chegar Pokémon, que repetiu uma febre no mesmo nível de Caveleiros.

4. Neon Genesis Evangelion: Nunca passou na tv aberta, mas graças aos fansubbers, muita gente viu. Roteiro intrincado, misterioso e complexo. Provou que animes podem alcançar o nível de arte.


5. Dragon Ball Z: Logo depois do sucesso de Pokémon apagar, veio esse anime, que só veio a fazer sucesso mesmo na sua fase Z, quando o humor é deixado de lado em prol das lutas, muito bem conduzidas. Outro anime, que ao lado de Pokémon, conseguiu repetir o sucesso de Cavaleiros.


6. Death Note: Anime que ficou famoso graças a Internet. Graças a Internet banda larga e as taxas cada vez maiores de compressão, disponibilizar animes ficou muito mais fácil do que no tempo dos fansubbers. Acabou sendo lançado em mangá, e parece que em breve vai passar na TV fechada.


7. Naruto: Outro anime que se popularizou antes mesmo de passar na TV aberta.



Gentee minha dica fica com : Toda franquia DRAGON BALL.
 
(O SEU SUCESSOR ESTÁ ATUALMENTE PASSANDO NA CARTOON NETWORK).


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Minha Empresa de Design Mangá Fictícia

                                             Olá leitores do Mangá Mania

Eu venho falar uma novidade, no colégio em que eu estudo existe um projeto que que nós fazemos empresas de qualquer assunto (desde que seja uma empresa e o assunto seja útil) eu e minhas amigas do Grupo vamos fazer uma empresa de Design Mangá  e o nome é ... MangAnime ... gostaram ?


Bjs .

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Dragon Ball Z - para quem é fã de ANIME nunca esquecerá

Dragon Ball Z é um anime que faz parte da franquia Dragon Ball e corresponde aos volumes 17 ao 42 do mangá original (33 a 83 na edição brasileira). Alguns adultos criticaram o grau de violência apresentado, mas isso não evitou o aproveitamento que muitas empresas fizeram do sucesso do anime. Foram vendidos muitos produtos com desenhos das personagens em adesivos, roupas, posteres além de vídeos e jogos.
O sucesso da série Dragon Ball levou a criação da continuação, Dragon Ball Z. A série dirige-se ao público adolescente e adulto. Esta série aparece recheada de longos combates com muita ação. Em Dragon Ball Z, as histórias possuem um clima mais sério que as de seu antecessor. Substituíram a comédia, mas o humor ainda existe em algumas partes da série. Possui vários episódios em que poucas coisas acontecem, aumentando o suspense.
Sua história se divide em quatro sagas. Ao longo da série, podemos ver o crescimento dos personagens e o desenvolvimento de seus poderes, assim como novos poderes, novas raças, como os Saiyajins, e suas transformações.

História do Mangá

A história do mangá

Olhos arregalados, lágrimas em cachoeira e cabelos pontudos são características dos quadrinhos japoneses



Olhos arregalados, cabelos pontudos, lágrimas em cachoeira, mascotes fofíssimos. Os mangás são inconfundíveis e configuram um capítulo a parte na história dos quadrinhos.

Pokémon, Dragon Ball, Cavaleiros do Zodíaco, Yu Yu Hakusho, mesmo quem não é fã de quadrinhos já ouviu falar nesses personagens. E não é para menos: os quadrinhos japoseneses são os que mais crescem no mundo de hoje e são responsáveis pelo desenvolvimento de uma verdadeira indústria que inclui os animês (desenhos animados), games, anisongs (música-temas de desenhos e mangás) e filmes para o cinema.

Apesar dessa recente invasão no mundo ocidental, os mangás têm suas raízes fincadas em um passado remoto do Japão. Já entre os séculos 6 e 7, pergaminhos apresentavam animais em situações humanas -- considerados os bisavós dos mascotes nos mangás de hoje.

FUSÃO - A própria palavra mangá não é nova: união de dois ideogramas japoneses "Man" (irrisório) e "Ga" (imagem), o termo foi cunhado pelo desenhista Katsuhika Hokusai em 1914 para definir cartoons, caricaturas e impressos de histórias em quadrinhos.

Mas foi apenas nos anos 50 que o termo mangá e as histórias japonesas passaram a significar um estilo único entre os quadrinhos. Considerado o deus do mangá, Osamu Tezuka -- criador de Menino Atômico e Kimba, O Leão Branco -- revolucionou as HQs japonesas ao criar uma nova forma de narrativa, que usava ângulos inovadores, ritmo cinematográfico e uma nova característica para transmitir as emoções de seus personagnes em toda sua complexidade: os grandes olhos arregalados.

"Nos mangás, tudo pode ser dito com um olhar. Eles são os principais veículos das emoções dos personagens. Mas ao contrário do que muita gente pensa, também existem mangás com olhos pequenos. Hoje cada vez mais os autores imprimem seu próprio estilo às histórias", disse Açunciara Aizawa Silva, professora de mangá da escola de desenho Ateliê, de São Paulo.

Ela explicou que no Japão os mangás são subdivididos por faixa etária e gênero, em uma classificação que engloba inúmeros nomes específicos.

"Os principais são o Shonen Mangá, que é o mangá para meninos, e o Shojo Mangá, que é para meninas. A diferença é o Shonen tem mais ação e o Shojo tem mais romance".

Como exemplo de mangás para menino, Açunciara cita Pokémon, Dragon Ball, Yo Yo Hakusho e para meninas, Sailor Moon. "Mas no Brasil essa divisão não existe muito. Quem gosta de mangá acaba lendo tudo mesmo".

CAVALEIROS DO ZODÍACO - No Brasil, os primeiros mangás eram publicados informalmente em fanzines e atingiam um público muito restrito.
Segundo Cristiano Seixas, diretor do estúdio de criação e da escola Casa dos Quadrinhos, de São Paulo, foi no final da década de 80 que os primeiros mangás mais representativos chegaram ao país. "Lobo Solitário, que conta a história de um samurai que vaga com seu pequeno filho depois de brigar com seu chefe é um clássico e foi um dos primeiros, junto com Akira, a serem publicados no país".

Mas foi um desenho, ou melhor, um animê -- que abriu as portas definitivamente para a invasão dos quadrinhos japoneses no Brasil: os Cavaleiros do Zodíaco. Exibido há cerca de 10 anos nas TVs brasileiras, eles foram responsáveis pelo crescente interesse nos mangás, que teve um boom há cerca de 5 anos com a chegada de diversos títulos no mercado do país.

CLICHÊS - Com linguagem, personagens e narrativa próprias, os mangás conquistam cada vez mais adeptos no ocidente, mas ainda são cercados de muitos mitos e clichês.
Para Rogério de Campos, sócio-proprietário e diretor editorial da Conrad -- editora que publica nove títulos de mangás, como Pokémon, Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball -- parte do público que não acompanha os mangás tem uma visão preconceituosa sobre a produção japonesa.

"Existe um clichê de que os mangás são violentos, o que não é verdade. Ao contrário dos quadrinhos ocidentais, que se baseiam em lutas, tiros e explosões, os japoneses, mesmo os de ação podem ter vários episódios sem uma luta sequer", afirmou.

Segundo Campos, os mangás estão promovendo uma verdadeira revolução no mundo dos quadrinhos ocidentais.

"O mercado de quadrinhos no ocidente estava em queda e os mangás estão ajudando a reverter esse quadro. Os mangás trouxeram as mulheres para o mercado de HQ e abriu as portas para a exploração de temas variados, e não focado basicamente no herói, como no ocidente".

Para Marcelo Del Greco, editor da JBC -- que já publicou mais de 20 títulos de mangá -- os mangás têm ainda mais atrativos para os brasileiros.

"A estrutura em episódios é semelhante a das novelas. Além disso, o brasileiro tem uma empatia natural pelo traço dos mangás".

  ValeParaibano